O SocioColombianos é desenvolvido por uma equipe de estudantes dos diferentes cursos da Faculdade de Ciências e Tecnologia Mater Christi, foi criado com o intuito de atender aos requisitos avaliativos da disciplina Sociologia e América Latina ministrada pelo Profº M. Sc. Erick Augusto Pereira Caldas.

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domingo, 12 de setembro de 2010

América Pré-Colombiana

Maias, Astecas e Incas
Antes da conquista européia, a América conheceu o desenvolvimento de importantes civilizações, que formaram-se ao longo de milhares de anos e que possuíam complexa organização social, econômica e política, que realizaram grandes obras públicas: sistema de irrigação, assim como palácios e templos, tanto na Mesoamérica, onde encontravam-se Maias e Astecas, como no Altiplano Andino, onde desenvolveu-se o Império Inca.

Essas três civilizações tinham como base as características gerais do Modo de Produção Asiático, possuindo portanto semelhanças com civilizações mais antigas do Oriente Próximo, mas também diferenças significativas entre si.

A economia era essencialmente agrária, sendo a terra considerada como propriedade do Estado e trabalhada pelas comunidades camponesas, existindo atividades complementares como a criação de animais, o comércio e a mineração, esta última especialmente entre ao Astecas no México e os Incas no Altiplano Andino.

Os Astecas desenvolveram um sistema de plantio baseado nos "jardins flutuantes", em região pantanosa que passou então a produzir.

As comunidades camponesas conservavam pequena parcela de terra para uso familiar, mas a maior parte das terras pertencia à sacerdotes e elites locais (líderes dos clãs) no caso de Maias a Astecas. Entre os Incas a terra era divida em: Terra do Estado, Terra dos sacerdotes e Terra comunitária, onde cada família possuía um lote para cultivo próprio, onde produziria após trabalhar as terras do imperador e dos sacerdotes. A exploração do trabalho dos camponeses pelo Estado ainda era realizada através da mita , ou seja, toda comunidade estava obrigada a fornecer homens para as obras públicas ou para o trabalho nas minas.

segunda-feira, 6 de setembro de 2010

Símbolos Nacionais da Colômbia

Bandeira Nacional da República da Colômbia

As cores nacionais colombianas, o amarelo, o azul e o vermelho, são as que flutuavam sobre os exércitos de Bolivar. Estas cores, escolhidas por Miranda, tremularam em muitos combates gloriosos durante as guerras da independência e depois de haver Bolivar derrotado os espanhóis em Boiacá, na Nova Granada (como então se chamava a Colômbia), e de se achar solidamente estabelecida a independência da parte setentrional da América do Sul, a bandeira bolivariana se converteu na da Grã Colômbia, a república criada por Bolivar com a união de Venezuela, Colômbia e Equador em uma só nação. Depois da morte de Bolivar, a Grã Colômbia desapareceu e surgiram as repúblicas independentes da Nova Granada (hoje Colômbia), Equador e Venezuela. As bandeiras destas três nações ainda conservam as cores escolhidas por Bolivar.
A bandeira colombiana acha-se dividida em três faixas horizontais, sendo a superior de cor amarela. Esta faixa ocupa a metade da bandeira. A do meio é azul e a inferior vermelha. As cores amarela e vermelha foram tomadas da bandeira da Espanha; alem disso, representam, respectivamente, a grande riqueza mineral do país e o sangue dos heróis vertido em manter a liberdade e a soberania da nação. A faixa azul simboliza as águas do Oceano Pacífico e do Mar das Antilhas que banham as terras colombianas.
O escudo de armas da Colômbia acha-se dividido em três seções horizontais. A seção superior apresenta em campo azul uma romã ("granada" em castelhano) aberta, de cor amarela, corada de vermelho com talo e folhas desta última cor.
Fonte: http://almanaque.folha.uol.com.br/mundo_18jan1942.htm

Escudo Nacional da República Colombiana

O escudo de armas da República da Colômbia consta de três faixas horizontais. O condor, ave de nossos Andes, simboliza a liberdade. Está representado de frente, com as asas estendidas e olha para a direita; de seu bico pende uma coroa de louros de cor verde e uma fita ondulada, ao redor do escudo e entrelaçada na coroa. Nela aparecem, sobre ouro e em letras negras, as palavras Liberdade e Ordem, lema nacional.
No terceira parte superior, sobre fundo azul, há uma romã de ouro aberta, com talho e folhas também de ouro, que evoca à Nova Granada, nome que recebeu Colômbia no século XIX. A seus lados se vêem duas cornucópias: a da direita contém moedas de ouro e prata, e a da esquerda frutos tropicais. Simbolizam a riqueza e prodigalidade do solo nacional. No meio, sobre um fundo de platina se localiza um barrete frigio, símbolo da liberdade.
No parte inferior, sobre águas marinhas, dois navios com as velas abertas aparecem dos dois lados do Istmo de Panamá, que simbolizam os dois oceanos que banham ao país. As velas abertas aludem ao comércio da Colômbia com o mundo. O escudo está rodeado por duas bandeiras nacionais.

Ave Nacional da República  da Colômbia

O condor dos Andes, de grande tamanho e majestoso vôo, é considerado a ave nacional. Encontra-se no Escudo da Colômbia, representando as glórias da Pátria.
O condor andino pode voar até 300 km num só dia. Sua plumagem é quase totalmente negra, com reflexos metálicos e uma faixa esbranquiçada em cima das asas, além de um colar branco na base do pescoço. Os machos possuem uma crista carnosa de cor vermelha sobre a cabeça.

Flor Nacional da República da Colômbia

A orquídea cattleya trianae, vulgarmente conhecida como “flor de maio” ou “lírio de maio”, é desde 1936 a flor nacional da Colômbia. Leva seu nome em honra do naturalista colombiano José Jerónimo Triana, e é típica da faixa térmica temperada (entre 1000 e 2000 metros sobre o nível do mar e 17-24 graus centígrados).

Fonte: http://www.colombia.travel/po/turista-internacional/colombia


sexta-feira, 3 de setembro de 2010

Colômbia na história...

Colômbia significa algo como Terra de Colombo, numa homenagem óbvia ao navegador italiano Cristóvão Colombo (1451-1506), que, como todo mundo sabe, descobriu o continente americano em 1492.

Á Séculos antes da chegada dos espanhóis à América, diversos grupos indígenas habitavam a Colômbia: os primeiros rastros de ocupação humana da região remontam a 10 mil anos a.C.
No ano em que a América foi descoberta por Colombo, 1492, estima-se que a população indígena somava 850 mil pessoas, distribuídas em diversos grupos, muitos deles hábeis artesãos que deixaram a marca de sua existência moldada em ouro, como se pode ver também em Bogotá no Museu Nacional.

Entre esses, destacam-se os chibchas, posteriores aos agustinianos, que viveram nos séculos 2 e 3. Depois, os taironas, quimbayas e calimas dominaram as artes da cerâmica e até montaram formas de governo, estabelecendo pactos políticos entre si.

Com a vinda dos colonizadores, os tesouros foram saqueados e houve perda de identidade durante o período de aculturação.

Entre 1509 e 1550, quando muitas das cidades colombianas foram fundadas, Santa Fé de Bogotá --hoje apenas chamada de Bogotá-- se tornou capital do vice-reino da Nova Granada e, em 20 de julho de 1810, data da independência, a capital contava com cerca de 50 mil moradores.

Dessa época até o fim da campanha do general Simón Bolívar, em 7 de agosto de 1819, o país vivenciou revoltas que alcançaram o clímax na Guerra dos Mil Dias, entre 1899 e 1903, ano em que o Panamá promulgou a sua independência.

No século 20, os partidos Liberal e Conservador se revezaram no poder, e uma ditadura militar governou a Colômbia de 1953 a 1957, acomodando os dois grupos políticos sob a égide de uma Frente Nacional, de 1958 a 1974.

Nesse meio tempo, o país que decolou sua linha aérea já em 1919, a Avianca, segunda do mundo, depois apenas da holandesa KLM e que edificou estabelecimentos fabris e metrópoles como Bogotá, Medellín, Cali e Barranquilla, segue lutando para conquistar a estabilidade social e política. A Constituição, promulgada em 1991, não trouxe a paz definitiva que o país --que legou ao mundo de hoje talentos do quilate do escritor Gabriel García Márquez e do pintor Fernando Botero -- tanto almeja. Mas, a despeito de qualquer má notícia da política, a visita a locais como Bogotá e Cartagena, com sua cultura vibrante e arrebatadora, encerra gratas surpresas.

Fonte: http://pt.wikipedia.org